domingo, 31 de março de 2013

Banda da semana: Two Door Cinema Club!


Oi gente! Como o blog inclui arte em geral, decidi criar um tipo de coluna semanal da “Banda da semana”. A cada semana então vou colocar informações de uma banda diferente para vocês conhecerem, e para quem já conhece poder ficar sabendo mais um pouquinho, e também conhecer um pouco sobre minha visão sobre a banda.

Pois bem, eu quis começar com uma das minhas bandas favoritas do mundo, que é a Two Door Cinema Club. É uma banda de indie rock, muito muito muito dançante e incrível, que inclusive tocou aqui no Brasil na sexta feira passada (no Circo Voador, que é uma casa de show no Rio) e ontem lá no Lollapalooza (Não precisa dizer o que é o Lolla, né? Ahaha).

A 2DCC começou em 2007 lá na Irlanda! Os seus integrantes são o Sam Halliday, Alex Trimble(que é o ruivinho mais lindo do mundo) e o Kevin Baird. Bem, por mais que a banda tenha começado em 2007, ela estourou mesmo em 2009 quando assinou o contrato. Até então a banda possui 2 discos, o Tourist History (o que tem Something Good Can Work, Undercover Martyn etc) e o Beacon(que tem Sun, Settle entre outras).

Eu me apaixonei pela banda faz pouquinho tempo na verdade, conheci no final do ano passado quando vi uma imagem que dizia “She spoke words that would melt in your hands” e procurei saber o que era, e desde então eu amo. E não tem como não amar, não é?. Acho que 2DCC é uma daquelas bandas que te fazem feliz quando você escuta. Quando eu estou triste ou desanimada, coloco qualquer musica deles e logo tudo fica bem, acho que isso é o que eu mais amo na banda. Ahhh! O show deles no Lolla está passando no canal Multi Show, vale MUITO a pena conferir, imagino que pessoalmente então deve ter sido incrível.

Bem, falei falei falei e não mostrei o trabalho dos caras, então eu vou deixar 2 vídeos aqui das músicas que eu mais gosto deles, espero que vocês gostem também. E já sabem, qualquer duvida, reclamação ou sugestão, mandem nos comentários ou no meu twitter @otherescape. Quer ver sua banda favorita aqui no blog? Mande para mim também que logo logo faço um post contando mais um pouquinho sobre ela. Beijos, e até o próximo post <3




sábado, 30 de março de 2013

Duvidas, vestibular de moda e preconceito na profissão (parte 2!)

Ebaaa, chegamos a nossa parte 2! hahaha



Outra duvida constante que eu vejo nos "pré" estudantes de moda é sobre como funciona o vestibular, e então eu vim aqui contar para vocês.

Seguinte minha gente, se for na faculdade particular (As particulares que tem moda: Uni, Fumec, UNA, Anhembi Morumbi, FAAP, Belas Artes entre outras) não tem muito segredo não. É o vestibular tradicional mesmo, constituído por um provão de todas as matérias plus uma redação, sendo que o numero de questões por matéria varia de faculdade para faculdade. A Fumec por exemplo, que foi a particular que eu prestei, tem 40 questões de todas as matérias e duas mini redações. Aí é só realizar a prova, esperar o resultado e depois correr pro abraço hahah.

Já nas universidades públicas a coisa muda um pouco de figura. Eu vou contar para vocês então como funciona o vestibular de moda na UFMG, já que foi aonde eu passei e sei como funciona direitinho. Não sei se vocês viram mas recentemente a federal de Minas adotou o SISU, ou seja, a segunda etapa não existe mais, porém a prova de percepção visual ainda existe, o que vai pegar muita gente desprevenida! 

Essa prova de percepção visual costuma ser enfrentada como um buraco negro, um bicho de 7 cabeças, ensaio para o apocalipse e etc, mas não é bem assim não gente. Nessa prova eles basicamente analisam sua capacidade de criação e observação, atenção, eu disse CRIAÇÃO! Ou seja, criatividade conta muito! Vocês então não precisam ser um Van Gogh para passarem na prova! Digo isso por experiência própria hahaha.

A prova normalmente possui um croqui, dois desenhos de observação, dois de criação e uma questão simples envolvendo cor. Então, separem os lápis 2b e as cores primárias do lápis de cor e corram para o vestibular! Quanto ao ENEM da deprê, ainda é um enigma o numero de questões para passar. Ano passado se não me engano fiz 124 e passei com uma nota bem acima do mínimo do curso, e 124 não é lá grandes coisas não hahah.

Bom, então acaba aqui a parte 2! Espero que tenham gostado e que tenha servido para tirar algumas das duvidas de vocês. Para ficar mais claro ainda vou deixar o link da prova de percepção da UFMG para vocês darem uma olhada no fim do post. E se tiver alguém de BH saibam que estarei esperando ansiosamente como meus calourinhos!

Beijos, e até o próximo post <3


Prova de Percepção Visual 2013: http://web.cpv.ufmg.br/Arquivos/2013/ProvasUFMG/DIA%2013_01_2013/2%aa%20Et%20Percep%e7%e3o%20Visual%202013.pdf


sexta-feira, 29 de março de 2013

Duvidas, vestibular de moda e preconceito na profissão.(parte 1!)



Oi gente! Pra começar aqui eu decidi falar um pouco de uma das coisas que as pessoas que estão nessa transição de vida de adolescente "fácil" para vida de adolescente "difícil" sempre passam. É a fase que vai além do convívio escolar e as festas de fim de semana HAHAHA.



Decidi então nesse post falar um pouco da escolha do vestibular e de como o vestibular de moda é! Quis dividir em duas partes para não ficar maçante, então essa é a parte 1 e amanhã coloco a parte 2! 

 Ensino médio é marcado por escolha e cobrança do vestibular. Não importa o lugar, o que muda é o colégio e os professores praticamente. E, o que vem com o vestibular é a duvida, e dentro do nosso campo vem a duvida constante de escolher ou não o vestibular de moda, e se vocês realmente querem escolher. 

 Na minha época de colégio eu fiquei em duvida por um tempo, lá pelos meus 16 anos eu tentava reprimir minha vontade de escolher moda por até mesmo puro preconceito meu. Todos os meus colegas escolhiam cursos grandiosos como engenharia, medicina e direito e eu com a duvida cruel entre cinema, artes visuais e moda hahaha. Brincadeiras a parte, a verdade é que o preconceito existe sim e dói ouvir opiniões desgostosas ( e leigas!) sobre a profissão que escolhemos. Meus professores tentavam me desencorajar a todo custo, e até funcionou por um tempo até que um dia eu simplesmente deixei tudo para trás e decidi cursar o que eu amava. Quando é aquilo que a gente gosta não tem jeito, é naquilo mesmo que vamos crescer mesmo tentando fugir. 

 Meu conselho para vocês que estão sem coragem ou na dúvida de escolher o curso ou não é que, analisem a vontade de vocês, se é algo passageiro ou que vai perdurar. É importante também procurar saber como funciona o curso, a grade de horários e as áreas de atuação. Já fez tudo isso e a vontade de fazer moda só cresceu? Siga em frente que é isso ai que você quer da vida!

Hoje em dia não me vejo mais em área nenhuma a não ser nessa, o curso me faz mais feliz do que qualquer outra escolha minha fez. Porém, antes de toda a glória eterna da faculdade temos que passar pelo vestibular, e sobre isso eu conto um pouquinho amanhã para vocês. 



É isso então, espero que gostem, qualquer duvida, sugestão, reclamação só deixar ali nos comentários. Beijos <3
Começou aos poucos, e foi um sonho que se tornou real. Estudar moda saiu do papel e foi pra universidade. Não como um pulo, foi necessário batalha sim, provar pro mundo que era mais, que pode ser muito mais ainda, e, depois que tudo deu certo (e o melhor ainda está por vir) quis dividir o meu amor com o mundo e cá estamos.

O Electric Fashion é exatamente o que o título diz, tende a trazer a moda da sua forma mais eletrizada, em alta voltagem, e também explorar todos os seus campos de atuação. A moda pra mim sempre foi mais que algo fechado, é um horizonte amplo e incrível (e também quase mágico HAHAHA) para se compartilhar.

Aqui eu vou mostrar o dia a dia do estudante de moda pra quem quiser saber, vou contar como tudo é na realidade (que é quase um sonho), além de outros temas relacionamos a isso, e, acima de tudo, vim trazer aqui uma casa, para todos que procurem, e para eu mesma me achar. Tudo começa aqui, tudo termina também. E que seja com muito amouuuur,

Eduarda.